Hierarquia Angelical
A denominação de Hierarquia Angelical
acabou se impondo pelo uso e permanecendo,
pois o significado de Anjo
é mensageiro ou enviado.
A palavra vem do latim, angelus, do grego ángelos,
traduzindo o termo hebraico mal'ak.
Quando nos referimos a um Anjo,
não estamos tratando de um mensageiro comum
e isso fica bem evidente na tradução latina da Bíblica,
chamada de Vulgata.
Quando se refere a um mensageiro comum,
é usado o termo nuntios.
Quando se refere a um mensageiro celeste,
o termo empregado é angelus.
Fica claro, portanto,
a natureza celestial e o papel que desempenham,
intermediando o Criador e os homens.
Interessante observar também que em diversas
outras culturas e sistemas religiosos,
há menções a esses seres espirituais
que nós chamamos de Anjos.
Seu trabalho é incansável.
As referências aos Anjos, na Bíblia,
surgem cento e oito vezes no Velho Testamento
e cento e setenta e cinco, no Novo,
sendo que dessas,
um total de setenta e duas aparecem no Apocalipse.
O fato mais importante a ressaltar, no entanto,
é que no Novo Testamento,
além de citações pelo próprio Jesus Cristo,
os anjos aparecem servindo-o,
como após sua tentação pelo diabo,
na passagem do deserto, conforme Mateus
Durante os séculos,
estudiosos se debruçaram sobre as Sagradas Escrituras,
buscando estabelecer a correta relação dos Anjos
com Deus e seu papel em relação à Humanidade,
como Eusébio de Cesaréia, Atanásio, Basílio Magno,
Ambrósio de Milão, Jerônimo, João Crisóstomo,
Cirilo de Jerusalém, Cirilo de Alexandria,
Agostinho e Dionísio. Este, inclusive,
que realizou seus estudos
por volta do início do século VI,
foi quem estabeleceu
a divisão dos Anjos em três classes,
ou ordens, subdivididas, por sua vez,
em outros três níveis.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Como saber o nome de seu Anjo
Segundo a Bíblia, existem milhares e milhares de Anjos, porém somente três são chamados por ela com seus nomes: Gabriel, Miguel e Rafael. Os antigos hebreus acreditavam em uma complexa hierarquia angelical em que cada um de seus componentes possuía um nome próprio, pois dentro do misticismo judaico o nome estava revestido de uma importância capital.
Todas as ordens místicas possuem um ritual de iniciação, em que o noviço adota um novo nome. É uma representação de seu nascimento para a ordem, e por meio dela, para uma nova vida. Esse nome significa novos poderes, novos conhecimentos e maiores conquistas espirituais.
Assim, o ato de nomear alguém ou algo parece ter importante significado. A invocação dos Anjos da antiguidade judaica era feita pronunciando-se seu nome, em certos momentos e em determinadas condições.
O ato de descobrir o nome do nosso Anjo da guarda pode também ser considerado uma espécie de iniciação, como o recebimento de um código que nos dará acesso a novos níveis de consciência. Essa descoberta talvez constitua o ponto crucial da relação com o nosso Anjo custódio. Se levarmos em conta que a imensa maioria dos seres humanos não é capaz de perceber os Anjos de uma maneira sensível, qualquer comunicação que de um modo inequívoco venha deles adquire uma importância capital. E entre essas comunicações, uma das primeiras , e a principal, é a nomeação do nosso Anjo da guarda. A partir desse momento, esse nome nos permitirá estar em permanente contato com ele, tornando a comunicação muito mais fácil, já que nossa fé e nossa segurança terão aumentado consideravelmente.
Existem diferentes métodos para averiguarmos o nome do Anjo da guarda, um dos melhores é que, a cada noite, antes de dormir, seja estabelecido um contato mental com nosso Anjo, pedindo sua ajuda durante o sono, para que sejam solucionados os problemas que naquele momento nos estão afligindo, quaisquer que sejam eles. Durante o dia, devemos afastar momentaneamente os pensamentos do trabalho - ou daquilo que estivermos fazendo - e enviar pelo menos uma saudação a ele, aproveitando para lhe pedir que nos ajude sempre, a qualquer momento e em qualquer situação.
À noite, nessa espécie de oração ou comunicação mental, devemos pedir-lhe que, se ele considerar o momento conveniente, revele seu nome para que a nossa comunicação e torne melhor, estreitando dessa maneira a união já existente entre nós.
O normal é que durante o sonho ou pela manhã, logo ao acordar, o nome do nosso Anjo surja claro e distinto na nossa consciência. Não devemos esperar um nome bíblico, nem forçosamente um terminado em "el". Poderá ser um nome muito conhecido ou um que jamais ouvimos na vida. Poderá ser um nome estrangeiro ou um diminutivo popular. Também pode surgir algo que não pareça nome, mas que nós automaticamente identificaremos como sendo o do nosso Anjo. E a partir desse momento teremos uma forma de invocá-lo, de iniciar a comunicação com ele. Devemos dar as graças e estar dispostos a começar um novo, alegre e esperançoso dia.
Segundo a Bíblia, existem milhares e milhares de Anjos, porém somente três são chamados por ela com seus nomes: Gabriel, Miguel e Rafael. Os antigos hebreus acreditavam em uma complexa hierarquia angelical em que cada um de seus componentes possuía um nome próprio, pois dentro do misticismo judaico o nome estava revestido de uma importância capital.
Todas as ordens místicas possuem um ritual de iniciação, em que o noviço adota um novo nome. É uma representação de seu nascimento para a ordem, e por meio dela, para uma nova vida. Esse nome significa novos poderes, novos conhecimentos e maiores conquistas espirituais.
Assim, o ato de nomear alguém ou algo parece ter importante significado. A invocação dos Anjos da antiguidade judaica era feita pronunciando-se seu nome, em certos momentos e em determinadas condições.
O ato de descobrir o nome do nosso Anjo da guarda pode também ser considerado uma espécie de iniciação, como o recebimento de um código que nos dará acesso a novos níveis de consciência. Essa descoberta talvez constitua o ponto crucial da relação com o nosso Anjo custódio. Se levarmos em conta que a imensa maioria dos seres humanos não é capaz de perceber os Anjos de uma maneira sensível, qualquer comunicação que de um modo inequívoco venha deles adquire uma importância capital. E entre essas comunicações, uma das primeiras , e a principal, é a nomeação do nosso Anjo da guarda. A partir desse momento, esse nome nos permitirá estar em permanente contato com ele, tornando a comunicação muito mais fácil, já que nossa fé e nossa segurança terão aumentado consideravelmente.
Existem diferentes métodos para averiguarmos o nome do Anjo da guarda, um dos melhores é que, a cada noite, antes de dormir, seja estabelecido um contato mental com nosso Anjo, pedindo sua ajuda durante o sono, para que sejam solucionados os problemas que naquele momento nos estão afligindo, quaisquer que sejam eles. Durante o dia, devemos afastar momentaneamente os pensamentos do trabalho - ou daquilo que estivermos fazendo - e enviar pelo menos uma saudação a ele, aproveitando para lhe pedir que nos ajude sempre, a qualquer momento e em qualquer situação.
À noite, nessa espécie de oração ou comunicação mental, devemos pedir-lhe que, se ele considerar o momento conveniente, revele seu nome para que a nossa comunicação e torne melhor, estreitando dessa maneira a união já existente entre nós.
O normal é que durante o sonho ou pela manhã, logo ao acordar, o nome do nosso Anjo surja claro e distinto na nossa consciência. Não devemos esperar um nome bíblico, nem forçosamente um terminado em "el". Poderá ser um nome muito conhecido ou um que jamais ouvimos na vida. Poderá ser um nome estrangeiro ou um diminutivo popular. Também pode surgir algo que não pareça nome, mas que nós automaticamente identificaremos como sendo o do nosso Anjo. E a partir desse momento teremos uma forma de invocá-lo, de iniciar a comunicação com ele. Devemos dar as graças e estar dispostos a começar um novo, alegre e esperançoso dia.
Anjos são seres de luz que estão conosco constantemente. As argumentações de muitos de que, se não os vemos é porque eles não existem é , no mínimo, precipitada. Não vemos o ar, mas o respiramos. "Mas os vemos porque vemos seus efeitos" - dizem alguns. O mesmo pode ser dito dos anjos. Desde que, claro, se queira ver. Muitos questionam - e à primeira vista com grande razão e propriedade - que se existisse realmente um Deus e anjos não estaríamos num mundo assolado por violência, morte, sofrimento . Talvez seja justamente para amenizar este mundo de violência, morte, sofrimento, que existam os anjos. Em um mundo assolado qualquer luz é um guia de ajuda e aspiração . Aqui entra um conceito que depende muito da religião de cada um. Muitas religiões acreditam que este nosso mundo é um mundo de expiação. Um mundo no qual o mal tem grande influência mas existe o bem para contrabalanceá-lo. Se estamos nesta esfera de expiação seria porque não somos ainda muito boa coisa. Estaríamos aqui para aprender. Para sofrer, evoluir, crescer. A partir de nossa própria evolução como seres de luz passaríamos, então, a um mundo regenerador. Um mundo onde o mal ainda existe, mas o bem é predominante. Um mundo para a alma se recuperar e crescer rumo ao amor de Deus. Então, neste mundo de expiação e por amor de Deus, temos seres, guias de luz que nos ajudam a evoluir, a aspirar algo mais, uma elevação espiritual. Somente temos que aprender a vislumbrá-los, sentir sua influência e guia. E isto depende somente de nós. De cada um de nós. Ao final deste capítulo estaremos fornecendo uma pequena série de exercícios que podem auxiliar a nos aproximar mais de nossos anjos, de nossos guias de luz. E tudo isto tem a ver com o livre arbítrio. Veja : podemos dizer dezenas, centenas de vezes a nosso filho para não por o dedo numa tomada. As chances são de que ele acabará, pela curiosidade, colocando o dedo na tomada . Se ele ouvir o pai ou a mãe , não colocará o dedo na tomada. Mas ficará em sua cabeça a dúvida se o pai e a mãe falaram a verdade. Através da experiência a criança evolui, o Homem evolui. Se um pai diz para um filho tudo o que deve fazer durante toda a sua vida - e o filho obedece, cegamente - teremos , ao final da vida um adulto sem suas próprias experiências, sem senso crítico. Nunca teria aprendido por si, nunca questionaria e procuraria saber ainda mais. Não evoluiria. Este livre arbítrio nós possuímos. Dizem alguns que uma das coisas que temos acima dos anjos seria justamente isto : o livre arbítrio. O que nos poderia colocar em uma desenvolvimento e crescimento mesmo acima aos deles. Não que isto seja uma competição. Seria a destinação de uma raça. Este assunto é realmente polêmico. Podemos voltar futuramente a ele, se esta for a vontade de vocês.
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